Encontro discute fechamento de agências do Banco do Brasil
10 de setembro de 2015
Dois vereadores acompanharam, hoje, em São Paulo, uma reunião para discutir o fechamento de agências do Banco do Brasil em todo o Estado de São Paulo. O encontro foi mediado pelo deputado estadual, Davi Zaia (PPS). Cordeirópolis, que possui duas agências, pode ter uma delas fechada. "No Estado, 73 serão incorporadas. Ou seja, duas agências irão virar somente uma", disse o deputado. A ideia é criar uma mobilização com o intuito de "sensibilizar o Banco do Brasil e o governo federal".
Do Poder Legislativo de Cordeirópolis estiveram presentes, na Assembleia Legislativa de São Paulo, o presidente David Bertanha e o vereador Alceu da Silva Guimarães - ambos do PPS. Desde o ano passado, eles tentam a instalação de uma agência do Banco do Brasil na zona sul da cidade. O pedido já foi encaminhado à diretoria do banco. No entanto, espera-se uma definição. É sabido que com essa reestruturação, uma das agências do município será fechada. Essa notícia não agrada nem um pouco quem depende dos serviços bancários. Presidente da Câmara, aponta. "Nós esperamos a instalação de novas agências, e não o contrário. O fechamento, em Cordeirópolis e em outras cidades, não agrada.
A reunião teve a participação de prefeitos, representantes de câmaras municipais, sindicatos e estabelecimentos comerciais. Em muitas cidades, não há sequer uma agência do Banco do Brasil. E os populares precisam se deslocar para outros municípios. "Queremos que essas cidades possam ser contempladas com a instalação de, pelo menos, uma agência. O problema é que o Banco do Brasil não está anunciando nenhuma nova agência. A alegação é que o fechamento visa a redução de custos", cita Davi Zaia.
Ele garantiu às pessoas presentes que enviará uma moção para as câmaras municipais e tentará agendar uma reunião com diretores do Banco do Brasil. Para o encontro de hoje, um diretor foi convidado, porém, não compareceu devido a problemas de saúde. O deputado ainda afirmou que encaminhará as sugestões junto aos governos estadual e federal. Boa parte dos servidores públicos recebe seus vencimentos pelo Banco do Brasil.